domingo, 6 de março de 2011
A vida me devora
O silencio me apavora.
Surto com a alma calada e a revolucao entalada na minha garganta.
A caminhada de buscar em meu dia-a-dia o meu mantra.
Procuro nos vaos truncados de meus dias pedacos de minha santa.Busco no invisivel o que minha voz nao canta.
A vida me devora.
Rezo nao sei para quem, nem ao que, para que encontre o que procuro.
Tento entender o caminho, mas no labitinto da vida quem tem historia e peregrino, e nunca esta seguro.
Viverei assim meus dias e minha saga, a encontrar pensamentos em horas vagas? Viverei assim peregrinando num universo sem som, tentando alcancar meu dom?
A eternidade me assola.
Aquilo que arde continua a sangrar e os minutos nao passam sem me afetar.
Sao os mesmos os sais que fazem arder a ferida e mesmas as lagrimas de uma alma perdida.
A vida me devora.
A prece nao tem sermao, minha vida e so coracao.
Vou conversando no silencio de meu medo com algum pedaco de meu segredo.
O amor me vira de dentro para fora.
Nao sei o segredo do existir, mas sei que e eterno e demora. Nao sei o tempo de meus pensamentos, mas conheco o peso das minhas horas.
A prece me leva embora.
O divino dever existir nesse vacuo entre a dor e a alegria. Deus deve morar no silencio, da mente ansiosa, toda alforria.
A vida me namora.
Nao deixo escapar esse fio, que me coloca em contato com o Grande. Seguro, ainda que curto, o pavio, para que nao queime e a vela sangre.
A vida e assim, sufoca de um lado e embriaga no mel. Te marca como gado e te casa de veu.
Deus, na luz me enrola.
O silencio tem hora marcada e a vida e sempre sagrada.
Rezo para isso que acontece dentro de mim, que transforma o desespero em um
gostinho doce e sem fim. Peco a Deus e seus anjos esse fruto sereno em todos os minutos de meus dias assim.
A prece mora em mim.
So Deus me consola.
Viverei meus dias assim, tocando no peito o dom da magia.
Abracando meu anjo para caminhar com mais alegria.
Surto com a alma calada e a revolucao entalada na minha garganta.
A caminhada de buscar em meu dia-a-dia o meu mantra.
Procuro nos vaos truncados de meus dias pedacos de minha santa.Busco no invisivel o que minha voz nao canta.
A vida me devora.
Rezo nao sei para quem, nem ao que, para que encontre o que procuro.
Tento entender o caminho, mas no labitinto da vida quem tem historia e peregrino, e nunca esta seguro.
Viverei assim meus dias e minha saga, a encontrar pensamentos em horas vagas? Viverei assim peregrinando num universo sem som, tentando alcancar meu dom?
A eternidade me assola.
Aquilo que arde continua a sangrar e os minutos nao passam sem me afetar.
Sao os mesmos os sais que fazem arder a ferida e mesmas as lagrimas de uma alma perdida.
A vida me devora.
A prece nao tem sermao, minha vida e so coracao.
Vou conversando no silencio de meu medo com algum pedaco de meu segredo.
O amor me vira de dentro para fora.
Nao sei o segredo do existir, mas sei que e eterno e demora. Nao sei o tempo de meus pensamentos, mas conheco o peso das minhas horas.
A prece me leva embora.
O divino dever existir nesse vacuo entre a dor e a alegria. Deus deve morar no silencio, da mente ansiosa, toda alforria.
A vida me namora.
Nao deixo escapar esse fio, que me coloca em contato com o Grande. Seguro, ainda que curto, o pavio, para que nao queime e a vela sangre.
A vida e assim, sufoca de um lado e embriaga no mel. Te marca como gado e te casa de veu.
Deus, na luz me enrola.
O silencio tem hora marcada e a vida e sempre sagrada.
Rezo para isso que acontece dentro de mim, que transforma o desespero em um
gostinho doce e sem fim. Peco a Deus e seus anjos esse fruto sereno em todos os minutos de meus dias assim.
A prece mora em mim.
So Deus me consola.
Viverei meus dias assim, tocando no peito o dom da magia.
Abracando meu anjo para caminhar com mais alegria.
Assinar:
Comentários (Atom)